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	<title>Contos &#8211; Caixa Alta</title>
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	<description>edição elevada à Letra</description>
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	<title>Contos &#8211; Caixa Alta</title>
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		<title>* Cair e Levantar / Julieta Monginho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:27:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Julieta Monginho, escritora, magistrada, está de volta. Desta vez, apresenta contos: <em>Cair e Levantar.</em> É a nova proposta da Caixa Alta.</span>

<span style="color: #000000;">Vinte e quatro micro-ficções, contos curtos, contenções ousadas. Organizados por sonhos, segredos e fúrias, numa prosa que desafi​a ​as sagradas regras da verosimilhança​, no fio da navalha entre o onírico e o real mais cru.​ </span>

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<span style="color: #000000;">::</span>

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<span style="color: #000000;">Capa mole, 104 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-9-6</span>

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Texto de Julieta Monginho. Revisão de Guilherme Pires. Capa e paginação de Ágata Ventura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Julieta Monginho, escritora, magistrada, está de volta. Desta vez, apresenta contos: <em>Cair e Levantar.</em> É a nova proposta da Caixa Alta.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Se me perguntarem quem me empurra para cair assim, com estrondo, quase sempre, raras vezes como um profissional (…), responderei que várias forças se unem e não o fazem com maldade. </em></span><em style="color: #993300;">São fantasmas, quase todas, fantasmas assombrados por fantasmas mais antigos. Quando chegam ao lugar onde me empurram sem querer, são uma nuvem pesada de terrores, delírios, desejos sobre‑humanos.</em></p>
<p><span style="color: #000000;">Vinte e quatro micro-ficções, contos curtos, contenções ousadas. Organizados por sonhos, segredos e fúrias. </span><span style="color: #000000;">Com revisão de Guilherme Pires, capa e paginação de Ágata Ventura.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Alguns moram no meu sofá, onde metaforicamente me sento. Basta olhar para a esquerda e os seus nomes nas badanas dos livros amontoados habitam‑me, enlouquecem‑me, empurram‑me para o canto direito do sofá, e daí para o chão, de onde me chamam, pois ocupam todo o espaço, até o que eu ocupo. </em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Mas quem se importaria com estas quedas?</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">​Nestes contos, Julieta Monginho traz-nos uma prosa que desafi​a ​as sagradas regras da verosimilhança​, no fio da navalha entre o onírico e o real mais cru.​ São textos que exploram a identidade, a memória familiar e a deslocação física e emocional​, numa viagem do eu (onírico e real) para o mundo, depois para a memória e por fim pela procura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><b>Julieta Monginho </b>nasceu em Lisboa, em 1958. É autora de dez romances e uma colectânea de contos. Recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB, o PEN Narrativa e o Prémio Literário Fernando Namora. <em>Cair e Levantar</em> é o seu regresso aos contos, vinte e seis anos depois de <em>Dicionário dos Livros Sensíveis</em>.</span></p>
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		<title>a pedra é mais bela que o pássaro / raquel gaspar silva</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/pedra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 10:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #333333;">Contos que são terras raras, sangue, vida, morte, aroma a petricor, solo molhado após seca intensa. Narrativas curtas, mas de pavio duradouro.</span>

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«um universo que funde o que é natural e o que é humano, o que vem da razão e o que brota do instinto, o que se sabe e o que se teme» (<i>Jornal de Artes, Letras e Ideias</i>), «um outro passo, totalmente novo, na afirmação de uma voz que vale a pena acompanhar no espaço da literatura portuguesa» (<i>Revista Blimunda</i>), «um mundo onde as histórias parecem crescer da terra, do frio rugoso das pedras dos muros, das brenhas e canelas, dos currais e das capelas, dos lameiros, dos bosques de carvalhos e das searas ainda po ceifar, e onde os mortos continuam tão vivos na memória da cal, ou no granito das paredes, como os vivos que habitam essas casas» (<i>Ípsilon</i>).

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<span style="color: #333333;">raquel gaspar silva nasceu em 1981 em Évora. Publicou em 2017, na Elsinore, <em>Fábrica de Melancolias Suportáveis</em>. Este é o seu primeiro livro de contos.</span>

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Leia <a href="https://oficinacaixaalta.pt/excerto-de-a-pedra-e-mais-bela-que-o-passaro/" target="_blank" rel="noopener">um excerto do livro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">Capa mole, 96 páginas / formato 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-5-8   </span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p class="has-black-color has-text-color"><span style="color: #333333;">Ilustração de capa e contracapa por Mantraste. Capa por Ideias com Peso. Projecto gráfico e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Publito, em Braga.</span></p>
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