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	<title>3. Editing &#8211; Caixa Alta</title>
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	<description>edição elevada à Letra</description>
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	<title>3. Editing &#8211; Caixa Alta</title>
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	<item>
		<title>Portugueses do Soho (Arte Institute, 2022)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2022 21:51:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugueses do Soho, de Ana Miranda :: Design editorial, conceito e coordenação editorial de Constança Saraiva. Editing e revisão da tradução de Madalena Caramona. Editing e revisão da versão portuguesa de Guilherme Pires. Edição da Arte Institute. :: A diáspora levou portugueses para todas as geografias. Manhattan, em Nova Iorque, foi destino de cerca de 700 famílias&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><em>Portugueses do Soho</em>, de Ana Miranda</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Design editorial, conceito e coordenação editorial de Constança Saraiva. <em>Editing</em> e revisão da tradução de Madalena Caramona. <em>Editing</em> e revisão da versão portuguesa de Guilherme Pires. Edição da Arte Institute.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p>A diáspora levou <span class="il">portugueses</span> para todas as geografias. Manhattan, em Nova Iorque, foi destino de cerca de 700 famílias após a Segunda Guerra Mundial e até à década de 1980. Esta comunidade, as suas tradições e a sua história são as protagonistas de <i><span class="il">Portugueses</span> <span class="il">do</span> <span class="il">SoHo</span></i>, registo escrito e alargado <span class="il">do</span> documentário homónimo realizado por Ana Ventura Miranda em 2006.</p>
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		<item>
		<title>As Plantas e a Alimentação Mundial (Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2020)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2020 17:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As Plantas e a Alimentação Mundial, de José Eduardo Mendes Ferrão :: Editing de Nuno Quintas. Edição da Fundação Francisco Manuel dos Santos. :: «Estamos numa situação ambígua a nível mundial no que se refere à disponibilidade de alimentos. Se é certo que os alimentos registados nas estatísticas globais seriam mais do que suficientes para&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>As Plantas e a Alimentação Mundial</em>, de José Eduardo Mendes Ferrão</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> de Nuno Quintas. Edição da Fundação Francisco Manuel dos Santos.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Estamos numa situação ambígua a nível mundial no que se refere à disponibilidade de alimentos. Se é certo que os alimentos registados nas estatísticas globais seriam mais do que suficientes para garantir a todos os seres humanos a possibilidade de terem uma alimentação racional, há condicionantes tais que os países excedentários em alimentos procuram vendê-los para manter os seus sistemas económicos em funcionamento, com recurso a processos de drenagem dos excedentes no mercado internacional a preços muito competitivos. Contudo, é importante dizer-se que são eles que contribuem para resolver problemas de fomes graves e generalizadas, pois fazem-nos chegar às chamadas “bolsas da fome” sob a forma de “ajuda alimentar” gratuita, ou disponibilizada a preços simbólicos (como acontece em caso de guerras ou instabilidades prolongadas, secas excepcionalmente prolongadas que afectaram as colheitas, ataques de pragas e doenças nas culturas dominantes, abaixamento do rendimento das terras por se encontrarem esgotadas, etc.).»</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Educar para Uma Geração Azul (Fundação Oceano Azul e Oceanário de Lisboa, 2019)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jan 2019 17:04:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Educar para Uma Geração Azul :: Editing e revisão de Nuno Quintas. Texto de Diogo Geraldes e Teresa Pina (Oceanário de Lisboa), Ana Rita Luís, Marina Duarte, Miguel Couchinho, Patrícia Agostinho, Patrícia Tiago e Rita Baptista. Edição da Fundação Oceano Azul e Oceanário de Lisboa. :: «Este manual é uma ferramenta que a Fundação Oceano&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Educar para Uma Geração Azul</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> e revisão de Nuno Quintas. Texto de Diogo Geraldes e Teresa Pina (Oceanário de Lisboa), Ana Rita Luís, Marina Duarte, Miguel Couchinho, Patrícia Agostinho, Patrícia Tiago e Rita Baptista. Edição da Fundação Oceano Azul e Oceanário de Lisboa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Este manual é uma ferramenta que a Fundação Oceano Azul põe ao serviço das escolas, por entender como fundamental criar um suporte de apoio aos professores do 1.º ciclo de educação, que os estimule a ensinar aos seus alunos temas da literacia do mar. […] Não obstante os avisos dos cientistas, que nos são transmitidos há mais de quarenta anos, a realidade é que, neste espaço de tempo, por um lado, as actividades marítimas como as pescas, os transportes marítimos ou o turismo costeiro e, por outro lado, a multiplicação da dimensão e do número das cidades costeiras, com todas as consequências para o mar, bem como o impacto negativo dos nutrientes/poluentes que a intensificação da agricultura gerou nas áreas marinhas costeiras, mergulharam o oceano na profunda crise ecológica em que hoje se encontra.»</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Haus Wittgenstein (Fundação EDP, 2018)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/haus-wittgenstein-fundacao-edp-2018/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 17:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Haus Wittgenstein (catálogo da exposição no MAAT — Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia) :: Edição e revisão de Nuno Quintas. Textos de Nuno Crespo, Pedro Gadanho e António Guerreiro. Tradução do português de Miguel Romeira. Edição da Fundação EDP. :: «A compulsão com que Wittgenstein se dedicou à construção da casa da irmã foi&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Haus Wittgenstein</em> (catálogo da exposição no MAAT — Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia)</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">Edição e revisão de Nuno Quintas. Textos de Nuno Crespo, Pedro Gadanho e António Guerreiro. Tradução do português de Miguel Romeira. Edição da Fundação EDP.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«A compulsão com que Wittgenstein se dedicou à construção da casa da irmã foi frequentemente retratada como a sua tábua de salvação pessoal e moral, quando a jardinagem se tornara a sua única actividade, após desilusões sucessivas com a filosofia, a escrita e o ensino. A casa propriamente dita, nascida de uma espécie de desnudamento e rectificação neuróticos do projecto de outro arquitecto, está longe de ser considerada uma obra-prima. Contudo, desde então muitos</p>



<p class="wp-block-paragraph">artistas, arquitectos e estudiosos dedicaram minuciosa atenção a esta empresa singular […].»</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Meridiano 28 (Cultura Editora, 2018)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/meridiano-28-cultura-editora-2018/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2018 17:06:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Meridiano 28, de Joel Neto :: Editing de Nuno Quintas. Revisão de Joaquim E. Oliveira. Edição da Cultura Editora. :: «Mas o velho dândi não o ouvia. Abriu a pequena bolsa de couro que o empregado lhe trouxera na bandeja, rabiscou alguma coisa lá dentro e rasgou o papel. — Aqui tem. Está assinado. O&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Meridiano 28</em>, de Joel Neto</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> de Nuno Quintas. Revisão de Joaquim E. Oliveira. Edição da Cultura Editora.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Mas o velho dândi não o ouvia. Abriu a pequena bolsa de couro que o empregado lhe trouxera na bandeja, rabiscou alguma coisa lá dentro e rasgou o papel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Aqui tem. Está assinado. O valor é o José Filemom que decide. — Entre os dedos segurava um cheque em branco, com o nome inscrito no canto superior esquerdo: “C. Devon Fitzhugh, Esq., 135 Mallard Dr, Lloyd Harbor, NY 11743”. — Preciso que escreva um livro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José Filemom arqueou as sobrancelhas. Mas o velho não o deixou objectar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">— Preciso que escreva um livro sobre um homem cujo legado as gerações vindouras devem conhecer — declamou. — Numa citação já não pode acontecer mais nada, Mr. Marques. Num livro ainda pode acontecer tudo. Preciso que escreva um livro sobre um caçador de nazis e o vulcão que serviu de pano de fundo à sua história.»</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Obras de Svetlana Alexievich (Elsinore, 2015–2017)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/obras-de-svetlana-alexievich-elsinore-2015-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2017 19:59:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obras de Svetlana Alexievich (Prémio Nobel de Literatura 2015) Vozes de Chernobyl A Guerra não Tem Rosto de Mulher Rapazes de Zinco :: Editing e revisão de Nuno Quintas. Tradução do russo de Galina Mitrakhovich. Edição da Elsinore. :: «Escrevo, anoto a história contemporânea, corrente. Vozes vivas, destinos vivos. Antes de ser uma história, também&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">Obras de Svetlana Alexievich (Prémio Nobel de Literatura 2015)</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Vozes de Chernobyl</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>A Guerra não Tem Rosto de Mulher</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Rapazes de Zinco</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> e revisão de Nuno Quintas. Tradução do russo de Galina Mitrakhovich. Edição da Elsinore.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Escrevo, anoto a história contemporânea, corrente. Vozes vivas, destinos vivos. Antes de ser uma história, também são uma dor ou um grito de alguém, uma vítima ou crime de alguém. Tenho-me perguntado vezes sem fim: como se pode passar no meio do mal sem aumentar o mal no mundo, sobretudo agora, quando o mal adquire dimensões cósmicas? Antes de cada novo livro, faço-me esta pergunta. Este é o meu fardo. E o meu destino.»</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A Avó e a Neve Russa (Elsinore, 2017)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/a-avo-e-a-neve-russa-elsinore-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2017 22:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Avó e a Neve Russa, de João Reis. :: Editing de Guilherme Pires. Edição da Elsinore. :: «As folhas caídas das árvores giram à minha volta com o vento, mas aperto mais o casaco, porque nem o vento nem as folhas-bailarinas me alegram com a melancolia, só me deixam ensopado em tristeza, como a&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>A Avó e a Neve Russa</em>, de João Reis.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> de Guilherme Pires. Edição da Elsinore.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«As folhas caídas das árvores giram à minha volta com o vento, mas aperto mais o casaco, porque nem o vento nem as folhas-bailarinas me alegram com a melancolia, só me deixam ensopado em tristeza, como a chuva nos faz por vezes. Os homens não choram. Avanço. Os catos que vejo alinhados na rua voltam a ser árvores e a Babushka, deitada na cama de hospital, é uma criança que aumentou e encolheu.»</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Fábrica de Melancolias Suportáveis (Elsinore, 2017)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/fabrica-de-melancolias-suportaveis-elsinore-2017/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2017 22:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fábrica de Melancolias Suportáveis, de Raquel Gaspar Silva. :: Editing de Guilherme Pires. Edição da Elsinore. :: «Sentada no banco da igreja, na nave central, mesmo no epicentro da cova da fábrica, trabalhando na forja da sua história, ouvindo as outras vozes que ascendiam do entulho dos mortos por baixo de si.»]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Fábrica de Melancolias Suportávei</em>s, de Raquel Gaspar Silva.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em> de Guilherme Pires. Edição da Elsinore.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Sentada no banco da igreja, na nave central, mesmo no epicentro da cova da fábrica, trabalhando na forja da sua história, ouvindo as outras vozes que ascendiam do entulho dos mortos por baixo de si.»</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Depois do Fim (Elsinore, 2016)</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/depois-do-fim-elsinore-2016/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2016 22:24:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois do Fim, de Paulo Moura. Editing de Guilherme Pires. Edição da Elsinore. :: «Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Depois do Fim</em>, de Paulo Moura.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"> <em>Editing</em> de Guilherme Pires. Edição da Elsinore.</p>



<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>



<p class="wp-block-paragraph">«Paulo Moura, um dos mais premiados repórteres portugueses, testemunhou todos os momentos decisivos dos últimos 25 anos. Assistiu, em 1991, à emergência dos primeiros jovens fundamentalistas islâmicos, durante a crise na Argélia. Nas décadas seguintes, viu crescer a sua influência na Tchetchénia, em Caxemira, no Kosovo, no Afeganistão, no Iraque, no Sudão e nas capitais europeias. Esteve nas praças ocupadas durante as Primaveras Árabes, em 2011. Acompanhou, em 2013, os refugiados sírios que tentavam alcançar a Europa através da Turquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Partindo dos seus diários pessoais de guerra, escritos no epicentro dos acontecimentos, <em><strong>Depois do Fim</strong></em> é a crónica do nosso tempo. Mais que narrativa histórica, é um livro sobre as pessoas que viveram a História, que nos ajuda a compreender este quarto de século de conflitos, idealismos e decepções, invasões, migrações forçadas e extremismos.»</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Tótó e Palhinhas no Hotel-de-Ficar-Bem (Vaatão, 2016)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Sep 2016 22:10:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="wpb-content-wrapper"><div class="vc-row-container container"><div class="vc_row wpb_row vc_row-fluid"><div class="wpb_column vc_column_container vc_col-sm-12"><div class="vc_column-inner"><div class="wpb_wrapper">
	<div class="wpb_text_column wpb_content_element" >
		<div class="wpb_wrapper">
			<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Tótó e Palhinhas no Hotel-de-Ficar-Bem</em>, de José Pires / <em>Tótó and Palhinhas in the Get-Well-Soon Hotel</em></p>
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph"><em>Editing</em>, revisão de tradução e coordenação editorial de Madalena Caramona. Texto de José Dias Pires. Retroversão para inglês de Isabel Pires. Ilustração da capa de Sebastião Peixoto. Fotografias de José Pio e Tiago Ferra. Projecto gráfico, capa e paginação de Raquel Silva. Edição do Váatão — Teatro de Castelo Branco.</p>
<p class="has-black-color has-text-color wp-block-paragraph">::</p>
<p>«Carros, motas, bicicletas</p>
<p>e outros veículos atletas,</p>
<p>quando têm avarias</p>
<p>vão dormir dois ou três dias</p>
<p>na Casa dos Arranjados,</p>
<p>para ficar bem oleados.</p>
<p>Voltarão, não tarda nada,</p>
<p>a passear na estrada.</p>
<p>Nós, se temos febre ou dores,</p>
<p>para não ficarmos piores,</p>
<p>coisa que não nos convém,</p>
<p>é ao Hotel-de-Ficar-Bem</p>
<p>que vamos para ser tratados,</p>
<p>até ficarmos curados.</p>
<p>Voltamos depois, mais contentes,</p>
<p>para casa, sorridentes.»</p>
<p class="wp-block-paragraph">

		</div>
	</div>
</div></div></div></div></div></div>]]></content:encoded>
					
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