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	<title>Loja &#8211; Caixa Alta</title>
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	<description>edição elevada à Letra</description>
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	<title>Loja &#8211; Caixa Alta</title>
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	<item>
		<title>* Cair e Levantar / Julieta Monginho</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/cair/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 07:27:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Julieta Monginho, escritora, magistrada, está de volta. Desta vez, apresenta contos: <em>Cair e Levantar.</em> É a nova proposta da Caixa Alta.</span>

<span style="color: #000000;">Vinte e quatro micro-ficções, contos curtos, contenções ousadas. Organizados por sonhos, segredos e fúrias, numa prosa que desafi​a ​as sagradas regras da verosimilhança​, no fio da navalha entre o onírico e o real mais cru.​ </span>

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<span style="color: #000000;">::</span>

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<span style="color: #000000;">Capa mole, 104 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-9-6</span>

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<span style="color: #000000;">::</span>

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Texto de Julieta Monginho. Revisão de Guilherme Pires. Capa e paginação de Ágata Ventura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Julieta Monginho, escritora, magistrada, está de volta. Desta vez, apresenta contos: <em>Cair e Levantar.</em> É a nova proposta da Caixa Alta.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Se me perguntarem quem me empurra para cair assim, com estrondo, quase sempre, raras vezes como um profissional (…), responderei que várias forças se unem e não o fazem com maldade. </em></span><em style="color: #993300;">São fantasmas, quase todas, fantasmas assombrados por fantasmas mais antigos. Quando chegam ao lugar onde me empurram sem querer, são uma nuvem pesada de terrores, delírios, desejos sobre‑humanos.</em></p>
<p><span style="color: #000000;">Vinte e quatro micro-ficções, contos curtos, contenções ousadas. Organizados por sonhos, segredos e fúrias. </span><span style="color: #000000;">Com revisão de Guilherme Pires, capa e paginação de Ágata Ventura.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Alguns moram no meu sofá, onde metaforicamente me sento. Basta olhar para a esquerda e os seus nomes nas badanas dos livros amontoados habitam‑me, enlouquecem‑me, empurram‑me para o canto direito do sofá, e daí para o chão, de onde me chamam, pois ocupam todo o espaço, até o que eu ocupo. </em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Mas quem se importaria com estas quedas?</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">​Nestes contos, Julieta Monginho traz-nos uma prosa que desafi​a ​as sagradas regras da verosimilhança​, no fio da navalha entre o onírico e o real mais cru.​ São textos que exploram a identidade, a memória familiar e a deslocação física e emocional​, numa viagem do eu (onírico e real) para o mundo, depois para a memória e por fim pela procura.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><b>Julieta Monginho </b>nasceu em Lisboa, em 1958. É autora de dez romances e uma colectânea de contos. Recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE/DGLAB, o PEN Narrativa e o Prémio Literário Fernando Namora. <em>Cair e Levantar</em> é o seu regresso aos contos, vinte e seis anos depois de <em>Dicionário dos Livros Sensíveis</em>.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os Espíritos das Aves / Eliot Weinberger</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/eliot/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 20:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Eliot Weinberger é um poeta entre os ensaístas. Esta colecção que agora apresentamos aos leitores portugueses reúne trinta e cinco ensaios que mergulham o leitor num mundo de poesia, mitos e parábolas. </span>

<span style="color: #000000;">Ler os textos de Weinberger é uma meditação, diferente de qualquer outra, sobre a maravilha do mundo.</span>

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<span style="color: #000000;">::</span>

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<span style="color: #000000;">Capa mole, 304 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978‑989‑53096‑8‑9</span>

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<span style="color: #000000;">::</span>

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Texto de Eliot Weinberger. Tradução de Nuno Quintas. Revisão de Sara Veiga. Capa de Nuno Moreira. Paginação de Ágata Ventura.

&#160;

&#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Eliot Weinberger é um poeta entre os ensaístas. Esta colecção que agora apresentamos aos leitores portugueses reúne trinta e cinco ensaios que mergulham o leitor num mundo de poesia, mitos e parábolas.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>Na borrasca, na encosta,</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>       empoleiram‑se, planam, enrolam‑se, caem:</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>                                                   as aves</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>bradando os próprios nomes.</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>No alto, suspensas:</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>        aves num «espaço que nunca ninguém viu».</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Weinberger entrelaça fragmentos de livros históricos, textos apócrifos, crenças, lendas e registos do passado para criar uma colagem surpreendente e multicolorida. A primeira secção do livro dá continuidade ao seu ensaio em série, <em>Uma Coisa Elementar</em> (ed. Bazarov, 2020), que arrasta o leitor para «um vórtice para o universo inteiro» (<em>Boston Review</em>). Com o movimento súbito, mas firme, de um cavalo de xadrez, viajamos com o autor por continentes e épocas, damos por nós diante de aves extintas da Nova Zelândia, da mitologia de pedras perfeitamente banais, de sonhos de pessoas chamadas Chang e, sim, de rãs noivas de meninas. Histórias verídicas, por mais fabulosas que pareçam.</span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>As aves de espíritos,</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>        os espíritos de aves,</em></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><em>               clamando pelos seus próprios nomes.</em></span></p>
<p><span style="color: #000000;">A segunda secção reúne textos sobre uma vasta gama de temas — alguns dos quais publicados na <em>New York Review of Books</em> e na <em>London Review of Books</em> —, incluindo a sua célebre crítica ao livro de memórias de George W. Bush, <em>Decision Points</em>, e textos sobre Khubilai Khan, o I Ching, diferentes versões do Buda, a Indofilia Americana («Um fio, ainda que irregular, une o pseudo‑hinduísmo e Malcolm X»), Herbert Read e Charles Reznikoff.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Ler os textos de Weinberger é uma meditação, diferente de qualquer outra, sobre a maravilha do mundo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Eliot Weinberger</strong> (n. 1949) nasceu em Nova Iorque, onde ainda vive. Tradutor e editor, é conhecido sobretudo pela sua obra ensaística, dificilmente classificável, e muito alimentada pela História, e as histórias, das culturas asiática e hispano-americana. Tradutor da poesia de Bei Dao e editor da antologia de poesia chinesa clássica da New Directions, conta entre as suas traduções de poesia a obra de Octavio Paz e, na não-ficção, de Jorge Luis Borges. Os seus ensaios, traduzidos para cerca de trinta línguas, são presença assídua no <em>New York Review of Books</em> e no <em>London Review of Books</em>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Em Portugal, encontra-se publicado <em>Uma Coisa Elementar</em> (Bazarov, 2020), primeira parte de um ensaio em série de que este <em>Os Espíritos das Aves</em> constitui a sequência.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contraditório dos Peixes / José Dias Pires</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/peixes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 15:03:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;"><em>Contraditório dos Peixes</em> é uma visão ampla e de fôlego poético sobre António Vieira, o homem, e a sua procura por uma verdade e um sentido para a vida entre as águas e terras açorianas e os territórios deslumbrantes e os caminhos submersos de São Luís do Maranhão, no Brasil, lugar de utopias. É a resposta dos peixes ao mais famoso sermão do padre, na qual este encontrará a sua primeira morte — o confronto entre os cardumes da terra e as multidões do mar, o fim do homem que permite a ressurreição da escrita.</span>

<span style="color: #000000;">Capa mole, 320 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-2-7</span>

<span style="color: #000000;">::</span>

<span style="color: #000000;"><strong>José Dias Pires</strong>, nascido em 1952 em Castelo Branco, é poeta, dramaturgo, romancista, ensaísta, autor de livros para crianças e tradutor. Foi professor de todos os escalões de ensino, numa carreira de mais de 40 anos dedicados à Pedagogia, à História e à militância comunitária.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;"><em>Contraditório dos Peixes</em> é uma visão ampla e de fôlego poético sobre António Vieira, o homem, e a sua procura por uma verdade e um sentido para a vida entre as águas e terras açorianas e os territórios deslumbrantes e os caminhos submersos de São Luís do Maranhão, no Brasil, lugar de utopias. É a resposta dos peixes ao mais famoso sermão do padre, na qual este encontrará a sua primeira morte — o confronto entre os cardumes da terra e as multidões do mar, o fim do homem que permite a ressurreição da escrita.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Capa mole, 320 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-2-7</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p>Texto de José Dias Pires. Revisão de Guilherme Pires. Capa e paginação de Ágata Ventura. Impresso na Europress, em Lisboa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um Gato É Um Gato / Amélia Muge</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/gato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 10:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Eis o regresso de Amélia Muge: <em>Um Gato É Um Gato</em>.</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">Eis um livro de poemas, integralmente ilustrado pela Amélia e com design de Cristiana Serejo e Olinda Martins, acompanhado por um álbum de canções (disponível nas plataformas online, através do QR-Code que surge dentro do livro) onde adultos e crianças, individualmente ou em coro, partilham a mesma alegria de dar voz a muitos dos poetas que escreveram sobre felinos.</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">Capa dura, 108 páginas / 210 mm x 140 mm / ISBN 978-989-53096-4-1</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">::</span>

&#160;

Ilustrações de Amélia Muge. Poesia de Amélia Muge e convidados. Projecto gráfico e capa de Cristiana Serejo e Olinda Martins. Impresso na Norprint, em Santo Tirso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Eis o regresso de Amélia Muge: <i>Um Gato É Um Gato</i>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Eis um livro de poemas, integralmente ilustrado pela Amélia e com <em>design</em> de Cristiana Serejo e Olinda Martins, acompanhado por um álbum de canções (disponível <em>online</em>) onde adultos e crianças, individualmente ou em coro, partilham a mesma alegria de dar voz a muitos dos poetas que escreveram sobre felinos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Encontramos no livro as palavras de Ary dos Santos, Charles Baudelaire, Eugénio Lisboa, Fernando Pessoa, Hélia Correia, José Jorge Letria, Manuel António Pina, William B. Yeats, para lá da poesia da própria Amélia Muge. Às suas composições juntaram-se as de André Santos (também arranjador), António José Martins, Michales Loukovikas, Rossini e Teresa Muge, que ainda coassina um dos temas. É possível ouvir o disco através do QR-Code que surge no livro ou <a href="https://open.spotify.com/album/0NnetN85zXnhrA62SHpN07?si=YrcKLn8dTLyY-3ACHmF-Jw">deste link</a>.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Como diria o poeta, de que serve um livro-álbum sobre gatos em tempos de indigência e violência? Não sabemos. Pode acontecer vir a alegrar a leitura e a escuta de qualquer menino que no seu gato se encosta e acalma; de qualquer idoso que encontra no seu bichano o único lugar abençoado da carícia.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Acreditamos que a presença dos gatos na procura dessa urgência de felicidade de que todos precisamos é sentido e vivido por muita gente. Acima de tudo, ler e escutar <em>Um Gato É Um Gato</em> é, acima de tudo, um convite aos encontros. Com todos e com cada um.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A Caixa Alta — Oficina Editorial juntou-se ao maravilhoso projecto da Amélia dando apoio editorial e na distribuição.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Amélia Muge</strong> nasceu em 1952. É cantora e compositora, tendo vários discos editados e muitas canções escritas também para outros músicos. Ligada à música, teatro, dança, cinema de animação, ilustração, literatura e multimédia, recebeu o prémio da Academia Charles Cros, em França, pelo disco <em>Ruelles. </em>Personalidades como Hélia Correia têm escrito para composições suas. Sobre a Amélia escreveu Ramos Rosa: «Ela canta. Ela canta. É uma voz da terra, é uma voz das veias.»</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um Pássaro no Arame / Manuel Alberto Vieira</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/um-passaro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 07:24:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Romance breve ou novela, <em>Um Pássaro no Arame</em> é um livro sobre a face escura da infância e que deixa o leitor ante um abismo no qual se adivinham actos de profunda violência, do qual surgem ecos e se vislumbram relâmpagos, mas o caminho é apenas um: em diante, sem pisar a violência nem nela mergulhar.</span>

<span style="color: #000000;">::</span>

<span style="color: #000000;"><strong>Manuel Alberto Vieira</strong> nasceu em 1979. Tradutor de mais de 60 obras literárias, autor publicado e traduzido, é também revisor, escreve regularmente no blogue Kid A e faz fotografia. Na escrita, estreou-se em 2012 com <em>Caderno de Mentiras</em> (ed. Eucleia) e publicou, em 2017, <em>Teatro Vertical</em> (ed. Snob), ambos colecções de contos. Desta vez, põe o pé em mares mais profundos, os da narrativa longa.</span>

::

Leia um <a href="https://oficinacaixaalta.pt/excerto-de-um-passaro-no-arame/" target="_blank" rel="noopener">excerto do livro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Romance breve ou novela, <em>Um Pássaro no Arame</em> é um livro sobre a face escura da infância e que deixa o leitor ante um abismo no qual se adivinham actos de profunda violência, do qual surgem ecos e se vislumbram relâmpagos, mas o caminho é apenas um: em diante, sem pisar a violência nem nela mergulhar.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Capa mole, 160 páginas / 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-7-2 </span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p>Projecto gráfico, capa e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Pintura da capa por Cliff Warner. Impresso na Papelmunde, em Vilarinho das Cambas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>caderninho / Viton Araújo</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/caderninho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 07:46:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Concisos, sempre pungentes, nos poemas de <em>caderninho </em>há nostalgia, insurreição, amor, abismo, ironia, felicidade, solidão; são reflexões sobre poética e língua, política e ideologia, paternidade e infância. Este é o segundo volume da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever, e nasceu de uma Erika 5 vermelha, de 1931, pertença do editor.</span>

<span style="color: #000000;">::</span>

<span style="color: #000000;"><strong>Viton Araújo</strong> é um dos mais interessantes poetas e <em>diseurs</em> brasileiros dos nossos dias. Este é o segundo livro de poesia que assina, após a edição de <em>Saravá Palavrá</em> (Boca Audiolivros, 2021). Com Diego Tórgo, criou e organizou <em>Reconstituição Portuguesa</em> (Companhia das Letras, 2022), livro inspirado na técnica de <em>blackout poetry</em>, que ganhou o Grand Prix de Design no Cannes Lions de 2022. O Viton está publicado em várias colectâneas e revistas de poesia. Vive em Nova Iorque, onde trabalha como director criativo da agência Grey NY e integra o circuito local de <em>spoken word</em>, como fazia em Lisboa.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Concisos, sempre pungentes, nos poemas de <em>caderninho </em>há nostalgia, insurreição, amor, abismo, ironia, felicidade, solidão; são reflexões sobre poética e língua, política e ideologia, paternidade e infância. Este é o segundo volume da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever, e nasceu de uma Erika 5 vermelha, de 1931, pertença do editor. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Capa mole, 104 páginas / formato 130 mm x 180 mm / ISBN 978-989-53096-1-0</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Projecto gráfico, capa e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Publito, em Braga.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Artistas, Artesãs, Pioneiras / Maria Antónia Fiadeiro</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/artistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:37:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este é um livro singular e irrepetível, fruto do olhar sensível e atento, quase íntimo, de Maria Antónia Fiadeiro sobre o trabalho e a vida de pioneiras, artistas e artesãs portuguesas cujo percurso é fundamental para compreender o espaço e o papel da mulher na história recente do país.

::

Maria Antónia Fiadeiro é jornalista e escritora, pioneira da imprensa escrita portuguesa do pós-25 de Abril e dos estudos femininos em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span style="color: #333333;"><em>Artistas, Artesãs, Pioneiras</em> é composto por quase cem entrevistas a personalidades como Ana Salazar, Lourdes Castro, Maria Mendes, Teté (Teresa Ricou), Hélia Correia, Luísa Dacosta, Graça Morais, Maria Antónia Palla, Paula Rego, Maria Gabriela Llansol, Maria Velho da Costa, Lídia Jorge, entre muitas outras. Inclui também conversas com pioneiras anónimas em áreas recentemente abertas à participação feminina, como Cândida Pala Alves, a primeira carteira portuguesa, ou Ilda Moura, a primeira meteorologista em Portugal.</span></p>
<p class="p1"><span style="color: #333333;">As entrevistas foram realizadas entre 1982 e 2008, e publicadas originalmente em meios como o <em>Jornal de Letras, Artes e Ideias</em>, o <em>Diário de Notícias</em>, o <em>Diário de Lisboa</em> ou as revistas <em>Máxima</em> e <em>Casa &amp; Decoração</em>.</span></p>
<p class="p1"><span style="color: #333333;">A obra inclui, como abertura, uma entrevista inédita à autora, realizada por Francisca Gorjão Henriques em Janeiro de 2020, e encerra com um texto autobiográfico, publicado em 1987 no <em>Sábado Popular</em> (futuro <em>Diário Popular</em>), sobre a experiência de Maria Antónia Fiadeiro durante o seu exílio no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Capa dura, 576 páginas / formato 160 mm x 240 mm / ISBN 978-989-33-0553-9 </span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Edição, revisão de texto, coordenação editorial e publicação por Madalena Caramona e Guilherme Pires. Organização de João Fiadeiro e Pedro Viana. Capa de Ideias com Peso, a partir de pintura de Maria Mendes. Paginação de Raquel Silva. Impresso na Printer Portuguesa.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Penélope Escreve a Ulisses / José Carlos Barros</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/penelope/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:29:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #333333;">A poesia de <em>Penélope Escreve a Ulisses</em> diz-nos do amor e do desejo, do vagar e do sobressalto, das ilusões, das memórias de infância. É o livro inaugural da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever.</span>

<span style="color: #333333;">::</span>

<span style="color: #333333;">Há muito a viver no Algarve, José Carlos Barros, nascido em 1963, em Boticas, é um escritor da subtileza, do espelho, do pulso e do nervo da saudade, do prazer, da melancolia, da árvore e do ser rural, do tempo que nos forma e nos fere. Esta é a sua décima colecção de poemas.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">A poesia de <em>Penélope Escreve a Ulisses</em> diz-nos do amor e do desejo, do vagar e do sobressalto, das ilusões, das memórias de infância. É o livro inaugural da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever. Este nasceu de uma Olivetti Lettera 32 vermelha, pertença do autor. Foi composto em caracteres Olivetti Elite do período pós-Segunda Guerra Mundial.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Capa mole, 106 páginas / formato 130 mm x 180 mm / ISBN 978-989-53096-6-5 </span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Projecto gráfico, capa e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Papelmunde, em Braga.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>a pedra é mais bela que o pássaro / raquel gaspar silva</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/pedra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 10:14:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #333333;">Contos que são terras raras, sangue, vida, morte, aroma a petricor, solo molhado após seca intensa. Narrativas curtas, mas de pavio duradouro.</span>

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«um universo que funde o que é natural e o que é humano, o que vem da razão e o que brota do instinto, o que se sabe e o que se teme» (<i>Jornal de Artes, Letras e Ideias</i>), «um outro passo, totalmente novo, na afirmação de uma voz que vale a pena acompanhar no espaço da literatura portuguesa» (<i>Revista Blimunda</i>), «um mundo onde as histórias parecem crescer da terra, do frio rugoso das pedras dos muros, das brenhas e canelas, dos currais e das capelas, dos lameiros, dos bosques de carvalhos e das searas ainda po ceifar, e onde os mortos continuam tão vivos na memória da cal, ou no granito das paredes, como os vivos que habitam essas casas» (<i>Ípsilon</i>).

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<span style="color: #333333;">raquel gaspar silva nasceu em 1981 em Évora. Publicou em 2017, na Elsinore, <em>Fábrica de Melancolias Suportáveis</em>. Este é o seu primeiro livro de contos.</span>

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Leia <a href="https://oficinacaixaalta.pt/excerto-de-a-pedra-e-mais-bela-que-o-passaro/" target="_blank" rel="noopener">um excerto do livro</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">Capa mole, 96 páginas / formato 140 mm x 210 mm / ISBN 978-989-53096-5-8   </span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p class="has-black-color has-text-color"><span style="color: #333333;">Ilustração de capa e contracapa por Mantraste. Capa por Ideias com Peso. Projecto gráfico e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Publito, em Braga.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Histórias Daninhas / Guilherme Pires e João Afonso</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/historias-daninhas-contos-breves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 14:12:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Colecção de contos breves, escritos por Guilherme Pires, João Afonso e outros 13 autores convidados, entre os quais Afonso Cruz, Sandro William Junqueira, Miguel-Manso, Margarida Ferra ou David Machado. Um livro ocupado por palavras que se ergueram dos estilhaços da vida e da imaginação. Tomado pelo imprevisto. Assolado por vozes. Um livro que sonha ser livro, pisa-papéis, papel de rascunho, bibelô de estante.</span>

<span style="color: #000000;">::</span>

<span style="color: #000000;"><b>Guilherme Pires</b> nasceu em Castelo Branco, em Fevereiro de 1982. Quis ser futebolista, guitarrista, pianista. Fez-se observador de nadas. É editor e tradutor na Caixa Alta — Oficina Editorial. Trabalha na área editorial desde 2007.</span>

<span style="color: #000000;"><strong>João Afonso</strong> nasceu em Castelo Branco em Abril de 1982. Aprendeu a andar de bicicleta aos dez anos. É formado em psicologia e doutorado em neurociências, pela Fundação Champalimaud. É distraído e teimoso.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Colecção de contos breves, escritos por Guilherme Pires, João Afonso e outros 13 autores convidados, entre os quais Afonso Cruz, Sandro William Junqueira, Miguel-Manso, Margarida Ferra ou David Machado. Um livro ocupado por palavras que se ergueram dos estilhaços da vida e da imaginação. Tomado pelo imprevisto. Assolado por vozes. Um livro que sonha ser livro, pisa-papéis, papel de rascunho, bibelô de estante. </span></p>
<p>::</p>
<p><span style="color: #000000;">Capa mole, 140 páginas / formato 130 mm x 180 mm / ISBN 978-989-203049-4</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Capa e paginação de v-a — comunicação visual. Impresso na Guide, Artes Gráficas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="https://oficinacaixaalta.pt/guilherme-pires/"><b>Guilherme Pires</b></a> nasceu em Castelo Branco, em Fevereiro de 1982. Quis ser futebolista, guitarrista, pianista. Fez-se observador de nadas. É editor e tradutor na Caixa Alta — Oficina Editorial. Trabalha na área editorial desde 2007.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><a href="https://www.linkedin.com/in/jo%C3%A3o-afonso-a5270420a/"><strong>João Afonso</strong></a> nasceu em Castelo Branco em Abril de 1982. Aprendeu a andar de bicicleta aos dez anos. É formado em psicologia e doutorado em neurociências, pela Fundação Champalimaud. É distraído e teimoso.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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