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	<title>Poesia &#8211; Caixa Alta</title>
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	<description>edição elevada à Letra</description>
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	<title>Poesia &#8211; Caixa Alta</title>
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		<title>Um Gato É Um Gato / Amélia Muge</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/gato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 10:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Eis o regresso de Amélia Muge: <em>Um Gato É Um Gato</em>.</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">Eis um livro de poemas, integralmente ilustrado pela Amélia e com design de Cristiana Serejo e Olinda Martins, acompanhado por um álbum de canções (disponível nas plataformas online, através do QR-Code que surge dentro do livro) onde adultos e crianças, individualmente ou em coro, partilham a mesma alegria de dar voz a muitos dos poetas que escreveram sobre felinos.</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">Capa dura, 108 páginas / 210 mm x 140 mm / ISBN 978-989-53096-4-1</span>

&#160;

<span style="color: #000000;">::</span>

&#160;

Ilustrações de Amélia Muge. Poesia de Amélia Muge e convidados. Projecto gráfico e capa de Cristiana Serejo e Olinda Martins. Impresso na Norprint, em Santo Tirso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Eis o regresso de Amélia Muge: <i>Um Gato É Um Gato</i>.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Eis um livro de poemas, integralmente ilustrado pela Amélia e com <em>design</em> de Cristiana Serejo e Olinda Martins, acompanhado por um álbum de canções (disponível <em>online</em>) onde adultos e crianças, individualmente ou em coro, partilham a mesma alegria de dar voz a muitos dos poetas que escreveram sobre felinos.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Encontramos no livro as palavras de Ary dos Santos, Charles Baudelaire, Eugénio Lisboa, Fernando Pessoa, Hélia Correia, José Jorge Letria, Manuel António Pina, William B. Yeats, para lá da poesia da própria Amélia Muge. Às suas composições juntaram-se as de André Santos (também arranjador), António José Martins, Michales Loukovikas, Rossini e Teresa Muge, que ainda coassina um dos temas. É possível ouvir o disco através do QR-Code que surge no livro ou <a href="https://open.spotify.com/album/0NnetN85zXnhrA62SHpN07?si=YrcKLn8dTLyY-3ACHmF-Jw">deste link</a>.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Como diria o poeta, de que serve um livro-álbum sobre gatos em tempos de indigência e violência? Não sabemos. Pode acontecer vir a alegrar a leitura e a escuta de qualquer menino que no seu gato se encosta e acalma; de qualquer idoso que encontra no seu bichano o único lugar abençoado da carícia.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="color: #000000;">Acreditamos que a presença dos gatos na procura dessa urgência de felicidade de que todos precisamos é sentido e vivido por muita gente. Acima de tudo, ler e escutar <em>Um Gato É Um Gato</em> é, acima de tudo, um convite aos encontros. Com todos e com cada um.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A Caixa Alta — Oficina Editorial juntou-se ao maravilhoso projecto da Amélia dando apoio editorial e na distribuição.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Amélia Muge</strong> nasceu em 1952. É cantora e compositora, tendo vários discos editados e muitas canções escritas também para outros músicos. Ligada à música, teatro, dança, cinema de animação, ilustração, literatura e multimédia, recebeu o prémio da Academia Charles Cros, em França, pelo disco <em>Ruelles. </em>Personalidades como Hélia Correia têm escrito para composições suas. Sobre a Amélia escreveu Ramos Rosa: «Ela canta. Ela canta. É uma voz da terra, é uma voz das veias.»</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>caderninho / Viton Araújo</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/caderninho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 07:46:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #000000;">Concisos, sempre pungentes, nos poemas de <em>caderninho </em>há nostalgia, insurreição, amor, abismo, ironia, felicidade, solidão; são reflexões sobre poética e língua, política e ideologia, paternidade e infância. Este é o segundo volume da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever, e nasceu de uma Erika 5 vermelha, de 1931, pertença do editor.</span>

<span style="color: #000000;">::</span>

<span style="color: #000000;"><strong>Viton Araújo</strong> é um dos mais interessantes poetas e <em>diseurs</em> brasileiros dos nossos dias. Este é o segundo livro de poesia que assina, após a edição de <em>Saravá Palavrá</em> (Boca Audiolivros, 2021). Com Diego Tórgo, criou e organizou <em>Reconstituição Portuguesa</em> (Companhia das Letras, 2022), livro inspirado na técnica de <em>blackout poetry</em>, que ganhou o Grand Prix de Design no Cannes Lions de 2022. O Viton está publicado em várias colectâneas e revistas de poesia. Vive em Nova Iorque, onde trabalha como director criativo da agência Grey NY e integra o circuito local de <em>spoken word</em>, como fazia em Lisboa.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000000;">Concisos, sempre pungentes, nos poemas de <em>caderninho </em>há nostalgia, insurreição, amor, abismo, ironia, felicidade, solidão; são reflexões sobre poética e língua, política e ideologia, paternidade e infância. Este é o segundo volume da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever, e nasceu de uma Erika 5 vermelha, de 1931, pertença do editor. </span></p>
<p><span style="color: #000000;">Capa mole, 104 páginas / formato 130 mm x 180 mm / ISBN 978-989-53096-1-0</span></p>
<p><span style="color: #000000;">::</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Projecto gráfico, capa e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Publito, em Braga.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Penélope Escreve a Ulisses / José Carlos Barros</title>
		<link>https://oficinacaixaalta.pt/produto/penelope/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 19:29:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<span style="color: #333333;">A poesia de <em>Penélope Escreve a Ulisses</em> diz-nos do amor e do desejo, do vagar e do sobressalto, das ilusões, das memórias de infância. É o livro inaugural da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever.</span>

<span style="color: #333333;">::</span>

<span style="color: #333333;">Há muito a viver no Algarve, José Carlos Barros, nascido em 1963, em Boticas, é um escritor da subtileza, do espelho, do pulso e do nervo da saudade, do prazer, da melancolia, da árvore e do ser rural, do tempo que nos forma e nos fere. Esta é a sua décima colecção de poemas.</span>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;">A poesia de <em>Penélope Escreve a Ulisses</em> diz-nos do amor e do desejo, do vagar e do sobressalto, das ilusões, das memórias de infância. É o livro inaugural da colecção <strong>Letra<span style="color: #ff0000;">de</span>Máquina</strong>, cujos livros são integralmente batidos à máquina de escrever. Este nasceu de uma Olivetti Lettera 32 vermelha, pertença do autor. Foi composto em caracteres Olivetti Elite do período pós-Segunda Guerra Mundial.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Capa mole, 106 páginas / formato 130 mm x 180 mm / ISBN 978-989-53096-6-5 </span></p>
<p><span style="color: #333333;">::</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Projecto gráfico, capa e paginação por Caixa Alta — Oficina Editorial. Impresso na Papelmunde, em Braga.</span></p>
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